Feeds:
Posts
Comentários

Pela primeira vez na vida concordei com tudo que a Isabel Boscov falou em sua crítica na Veja.

O filme é todo lindo (fotografia, atores, locações, figurino), emocionante, sensível e triste.

Sou fã do Colin Firth, mas dessa vez ele arrasou de vez, sua interpretação é tão real que você fica angustiado só de olhar para ele (que por sinal, está mais charmoso do que nunca). Pena não ter ganho o Oscar…(tudo nessa vida depende da conjuntura dos fatos. mas isso é tema para um outro post).

Tom Ford debutou na direção e se saiu muito bem, acho que o seu senso estético deu uma roupagem sofisticada e inovadora para o filme.

Para mim, foi interessante ver que uma relação entre dois homens é igual a um casal hetero, onde o amor, a cumplicidade e a amizade que se tem quando encontramos nossa “soulmate” independe da opção sexual.

Com certeza não é um filme para todos. Para mim, foi perfeito.

Se beber, não case

Típico filme para homens.

-4 amigos: o noivo certinho, o nerd, o bonitão e o freak.

- Uma despedida de solteiro em Las Vegas.

- Um carro conversível.

- Um porre com “boa noite cinderela”.

- Uma noite louca que ninguém se lembra de ter acotecido.

Basicamente é isso. Preciso falar mais?

Qualquer semelhança com “Alguém Tem Que Ceder” não é mera coincidência: os roteiros de ambos são de Nancy Meyers (também de Do Que As Mulheres Gostam), a trilha sonora instrumental é praticamente idêntica, a referência geográfica é Paris e o casal de protagonistas também está na casa dos 50 e muitos.

Desta vez, Meryl Streep e Alec Baldwin (improvável, mas até que funcionou) mais Steve Martin (num papel bem diferente do que costuma atuar) formam um triângulo amoroso leve e bem-humorado. Não faltam clichês como os cinquentões que largaram suas esposas para ficar com uma mulher de 30 e começar tudo de novo (inclusive fihos pequenos) e a síndrome do ninho vazio.

Mesmo assim, vou contra a crítica da Veja que caiu matando, pois até que gostei bastante do filme e não achei grosseiro como foi falado. Adorei a cena de Meryl e Steve fumando baseado e fazendo croissants de chocolate na padaria fechada. Fofo.

Pelas péssimas críticas que recebeu, eu já fui esperando pelo pior.

Mas de graça (sessão fechada da Claro com direito a pipoca e refri + sorteio de brindes) sabia que a dor seria minimizada…mas para minha surpresa, não foi tão ruim quanto eu esperava.

O elenco tem nomes de peso e atuações legais, como a dobradinha de Anne Hathway (ótima como uma atendente de tele-sexo) e Queen Lattifah, Jamie Fox e Jessica Biel, Julia Roberts e Bradley Cooper (responsáveis pelas melhores e únicas surpresas do enredo), Ashton Kutcher e Jennifer Garner (fofos, mas iguais a todos os outros papéis), entre outros.

Não doeu tanto, já vi outros bem piores, como “Eu Odeio O Dia dos Namorados” de Nia Vardalos, sem dúvidas o pior filme que já assisti.

The Blid Side

O filme ainda nem chegou aos cinemas do país, mas como fã de Sandra Bullock (ainda mais sabendo que ela concorre ao Oscar de Melhor Atriz por seu papel na trama) não resisti e baixei da web com uma leganda tosca e qualidade de som e áudio pobre, mas ansiedade é um problema…

Valeu a pena. O filme é emocionante e nos leva a uma profunda reflexão sobre valores.

Sandra Bullock está incrível como uma ricaça mãe de família que acolhe em sua casa um garoto negro carente e o transforma em um grande jogador de futebol americano. A história é verídica e mexe muito com a gente, principalmente quem é mãe…

Reproduzo aqui alguns diálogos marcantes:

Leigh Anne Touhy: [from trailer] Find some time to figure out another bedroom for you.
Michael Oher: This is mine?
Leigh Anne Touhy: Yes sir.
Michael Oher: I never had one before.
Leigh Anne Touhy: What, a room to yourself?
Michael Oher: …A bed.

Beth: You’re changing that boys life.
Leigh Anne Touhy: No, he’s changing mine.

Mesmo que Sandra acredite que não vai ganhar o Oscar, estarei torcendo fortemente por ela.

Uma prova de amor

Fazia tempo que não me emocionava tanto num filme. Chorei e adorei.

A questão sobre a emancipação médica é polêmica, mas o que impressiona mesmo é a maturidade da menina doente, que consola a mãe quando a hora chega e diz a ela que finalmente chegou a hora de “let it go”. Também surpreende o fato dela mesma ter pedido à irmã menor que entrasse com o processo, pois só assim a mãe não conseguiria que o transplante fosse feito. E finalmente, a menina poderia descansar em paz.

Boas atuações, inclusive de Cameron Diaz, em seu primeiro papel como mãe e destaque para a cena da família na praia e do romance da menina doente com seu companheiro de quimio. Muito punk!

Lindo filme, mas assista com uma caixa de Kleenex do lado.

O Amor Acontece

Filme bonitinho, mais para Drama que Comédia Romântica, fala sobre um guru de auto-ajuda (Aaron Eckhart, muito bem no papel) que ganha a vida ensinando os outros a superar a perda de entes queridos, sendo que ele próprio nunca aceitou a morte da esposa.

Em um dos seminários que ministra, conhece a florista Eloise (Jennifer Aniston, igual a todos os seus outros papéis, mas sempre cute) e acabam se apaixonando.

Ok, não mudou minha vida, mas valeu.

O filme é bonitinho. Muitos clichês, mas até que prende.

Não li o livro e também não me identifico com a personagem, que tem uma relação de amor com as lojas, mas as shopacholics devem ter achado o máximo.

Totalmente dispensável, mas dá pra assistir numa boa se não tiver absolutamente mais nada interessante pra fazer. Ou pensar.

Estou encantada com essa série que comecei a assistir na semana passada e quase já terminei a primeira temporada. Fiquei curiosa após Toni Colette vencer o Globo de Ouro de melhor atriz por seu papel na série e baixei o piloto só pra ver do que se tratava. Adorei!

Toni Colette (a australiana do inesquecível O Casamento de Muriel)  está incrível no papel de uma mãe de 2 adolescentes (o menino de 14 é gay e geek e a menina de 16 é ninfomaníaca e revoltada), casada com John Corbett (o fofo Aidan de Sex and The City) e que tem múltiplas personalidades.

Sob estresse, ela encarna 3 personagens hilários e singulares: Buck, um veterano de guerra do Vietnã, machista e mau-humorado; Alice, uma dona-de-casa que parece saída dos anos 20 (quase um clone da Bree de Desperate Housewives); e T, uma adolescente tão ninfomaníaca quanto sua filha.

O grande barato da série sem dúvida é a interpretação irretocável de Toni Colette, mas o roteiro que aborda as relações dessa família tão instável quanto interessante também não decepciona.

Os episódios são curtos (em média 25 minutos) e dinâmicos, é viciante!

Baixe aqui!

Recém-Chegada

Sessão da tarde sobre uma executiva de Miami que é enviada para uma cidadezinha no meio do nada cuidar de uma fábrica que dá prejuízo. Sucessão de clichês: ela chega arrogante, trata todos mal, se acha superior. Mas é acolhida pelas pessoas da cidade, faz amizades, se apaixona pelo presidente do sindicato e faz de tudo para salvar a fábrica e o emprego das pessoas, pois no final são as pessoas o mais importante nessa vida, blá, blá, blá…

Mas, por incrível que pareça, o filme é agradável, talvez pela presença de Renée Zellwege e Harry Connick, Jr. que aliás, eu adorava como cantor…Recomendo se não tiver mais nada melhor pra fazer.

Posts mais antigos »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.